O candidato a governador, Valmir de Francisquinho, observa que, com a expansão das chamadas bets em Sergipe, as apostas online podem ter retirado aproximadamente R$ 3,8 bilhões do comércio de Sergipe, segundo levantamento do Núcleo de Comunicação e Inteligência do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac de Sergipe, com base em dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) e do Banco Central. Ainda de acordo com a Fecomércio, essas movimentações causam efeitos sobre a economia real, serviços, empregos e a renda das famílias.
Para Valmir de Francisquinho, a utilização de estruturas estaduais, como o Banco do Estado de Sergipe (BANESE), para a circulação de apostas e jogos populares facilitam o acesso a modalidades que drenam o orçamento dos trabalhadores, sobretudo das parcelas mais vulneráveis da população que frequentam espaços públicos e comerciais no estado.
“Não podemos assistir de braços cruzados a essa verdadeira sangria no bolso dos trabalhadores sergipanos. É inadmissível que o governo estadual atue facilitando ou incentivando práticas que tiram o dinheiro do pão e do comércio de bairro para alimentar o vício em apostas digitais”, afirmou o candidato ao Governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho.
Oposição aponta contradições no direcionamento econômico do Estado
Valmir de Francisquinho também questionou o que define como contradição política e administrativa na postura do governador Fábio Mitidieri. O líder oposicionista lembrou que, na esfera federal, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca implementar regras rígidas e restringir os abusos provocados pelas apostas. Em contrapartida, no âmbito estadual, a gestão de Mitidieri opta por seguir uma linha própria focada no lucro institucional, ignorando os efeitos colaterais na economia real e na vida dos cidadãos.
“Enquanto o presidente Lula tenta criar regras e combater os danos sociais causados pelas apostas no país, o governador Fábio Mitidieri prefere seguir uma linha de raciocínio própria, visando ao lucro a qualquer custo. Ao fazer isso, o Governo do Estado coloca em jogo a estabilidade e a situação financeira de milhares de famílias sergipanas que dependem de políticas públicas sérias e protetivas”, finalizou.
Por Ascom/Valmir de Francisquinho






