Por Joedson Telles
“Senhor, não me castigues na tua ira nem me disciplines no teu furor” – Salmos 6:1 (NVI).
O salmista vai deixar claro, nas próximas linhas, que vive aflições; as quais a Bíblia não revela a natureza. “Misericórdia, Senhor, pois vou desfalecendo! Cura-me, Senhor, pois os meus ossos tremem” (V. 2).
Seria uma enfermidade? Mais perseguições oriundas dos seus adversários? Seja lá o que motiva Davi a clamar a Deus, ele busca o auxílio do Criador admitindo que é pecador e que sua maior preocupação repousa no fato de Deus está irado com o pecado e pronto para castigar, em tempo oportuno, os que assim vivem longe de qualquer faísca de arrependimento.
O salmista ajuda àqueles que labutam para sepultar definitivamente a falsa ideia de que Deus é um bondoso velhinho de barba branca que não se importa com o comportamento dos ímpios.
Que Deus é bondoso não há dúvidas. Deus é amor. Mas Deus também é justo e santo; de modo que jamais vai ter harmonia com o pecado. Os ímpios perecerão.
Davi espelha ter consciência do caráter de Deus, ao suplicar objetivando não ser castigado na medida da Sua ira, mesmo sendo um pecador.
O salmista atesta que Deus julgará conforme a obra de cada um, mas sempre dá tempo suficiente para a conversão. A condenação vem pela rebelião do ímpio que, apesar da revelação especial de Deus, opta por não abandonar o pecado.






