Por Joedson Telles
“Cuidado com os falsos profetas…” – Mateus 7:15 (NVI).
Jesus chamou a atenção dos seus discípulos no tocante aos fariseus – lobos devoradores disfarçados de ovelhas. Dizendo-se porta-voz de Deus, um fariseu, contudo, poderia ser conhecido pelos seus frutos e desmascarado; ensinava teologia nociva.
Jesus alertou, e, por certo, faria o mesmo hoje, combatendo líderes espirituais que não diferem muito dos fariseus; pregam suas ideias e não a mensagem de Deus encontrada nas Escrituras. Aliás, até usam a Bíblia, mas não são fieis ao que, de fato, Deus está falando.
Também no evangelho de Mateus, Jesus já havia ensinado, magistralmente, como discernir uma mensagem que edifica, por ser a vontade do Pai. “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13).
O que Jesus quis dizer? Certamente que a mensagem que tem o seu aval, que reflete a vontade de Deus, é um convite à nova vida, ao abandono do mundo e seus prazeres sem amparo bíblico. É negar a própria vontade e obedecer a Deus. É se arrepender dos pecados e seguir a teologia da cruz a qualquer custo, apostando na vida eterna como galardão, pela graça. Este é o caminho estreito pelo qual poucos transitam – Jesus Cristo.
Em contraste, a porta larga é a mensagem satânica do falso profeta, que fala num Deus que aceita o pecado. Um Deus que não faz prevalecer a sua vontade, mas aceita passivamente que seus planos sejam permutados pela vontade humana.
Neste amplo caminho, onde muitos se encontram, cada um faz o que acha certo. É a zona de conforto, mas leva à perdição. Não há a obrigação de o “crente” pautar sua vida nas Escrituras. É pregado o “evangelho do jeitinho”. Na mensagem, “crente” pode viver igualzinho às pessoas que não nasceram outra vez, que não vivem sob o senhorio de Cristo Jesus e tudo “vai bem”, obrigado. Tudo é aceitável. Vaidoso, o homem busca a sua própria glória, e não glorificar a Deus.






