A política habitacional desenvolvida durante os quatro mandatos de Edvaldo Nogueira (PDT-SE) à frente da Prefeitura de Aracaju é uma experiência baseada não apenas na construção de moradias, mas também na implantação de infraestrutura e serviços públicos nas comunidades.
Para Edvaldo, garantir uma moradia significa criar condições para que as famílias tenham acesso a uma estrutura urbana adequada, com água, esgotamento sanitário, drenagem, pavimentação e equipamentos públicos próximos. O bairro 17 de Março, por exemplo, foi além de abrigar pessoas e também recebeu investimentos para saúde, educação e outras áreas.
“Eu fiz um bairro planejado, que é um bairro que não tem alagamento, tem água em todas as casas, tem esgotamento, tem escola, tem saúde”, afirmou.
Moradia além da casa
A criação do bairro 17 de Março foi uma das maiores obras realizadas por Edvaldo na prefeitura. O planejamento envolveu a construção de moradias associada à implantação da infraestrutura urbana necessária para formar uma nova comunidade, com escolas, unidades de saúde e outros. Ao longo das gestões, o bairro recebeu redes de drenagem e esgotamento, abastecimento de água, energia elétrica, iluminação e pavimentação.
A lógica, segundo Edvaldo, era evitar que a política habitacional se limitasse à entrega das unidades residenciais. A construção do bairro deveria ser acompanhada pela presença permanente do poder público e pela oferta de serviços essenciais. “Eu planejei um bairro que não tem alagamento, tem água em todas as casas, tem esgotamento, tem escola, tem saúde”, destacou.
Reassentamento e urbanização
A política habitacional também envolveu o reassentamento das mangabeiras na Zona Norte de Aracaju. A antiga Ocupação das Mangabeiras deu lugar ao Residencial Mangabeiras Irmã Dulce dos Pobres, no bairro 17 de Março.
Com uma área superior a 94 mil metros quadrados, a unidade de conservação integrou mais mil casas, e objetivou preservar as mangabeiras existentes no local, assegurando o uso sustentável e a conservação da mangaba, e protegendo o meio ambiente.
Para Edvaldo, o reassentamento precisa ser acompanhado de uma estrutura que permita às famílias reconstruírem suas vidas com acesso aos serviços públicos. “As pessoas viviam em condições difíceis, em barracos, expostos a lama e a poeira. A entrega dessas moradias significa mais dignidade, qualidade de vida e felicidade para essas famílias”, afirmou.
Moradia nos 75 municípios
Ao levar a experiência na gestão pública municipal para direcionar a sua atuação no Senado, Edvaldo pretende ampliar as políticas habitacionais nos 75 municípios sergipanos, com atenção especial às cidades que possuem menor capacidade técnica e financeira para estruturar projetos.
Segundo Edvaldo, uma das dificuldades enfrentadas pelos municípios é a capacidade de transformar necessidades locais em projetos capazes de receber financiamento. Por isso, sua proposta inclui a articulação de recursos e o apoio técnico às prefeituras na estruturação de projetos habitacionais e de urbanização.
“Eu conheço os mecanismos, eu sei como buscar recursos e quero levar essa minha experiência ao Senado para ajudar os prefeitos. Eu quero fazer pelos municípios sergipanos o que eu fiz por Aracaju. Eu quero ir para o Senado porque eu quero melhorar a vida das pessoas”, enfatizou.
Fotos: Ana Lícia Menezes






