Mudança de PIS Cofins pode levar à perda de até 2 milhões de empregos
As ameaças de aumento de impostos inibem investimentos e, se concretizadas, poderão eliminar milhões de empresas. Estas foram algumas das constatações de seminário realizado, na última segunda-feira, dia 4, na Associação Comercial do Rio de Janeiro. O evento reuniu dezenas de setores, especialmente os maiores empregadores que discutiram Reforma do PIS COFINS, tributação de dividendos, reoneração da folha e outras ameaças tributárias.
A mudança do regime de cobrança do imposto PIS Cofins pode levar a uma perda de até dois milhões de empregos no setor de serviços, segundo estimativa do presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Amaral.
“De cada dez postos de trabalho, dois serão encerrados porque as empresas terão um aumento de custo que pode chegar a cinco pontos percentuais sobre seu faturamento. Temos 20 milhões de trabalhadores no setor de serviços e poderemos ter um desemprego de dois milhões de pessoas”, afirmou Amaral ao Jornal da Globo.
O deputado federal Laércio Oliveira (Solidariedade-SE) destacou que as alterações representariam “aumento significativo de impostos”, embora a proposta seja travestida de uma ideia de simplificação tributária. “A gente não tem ambiente para aumento de impostos. O caminho é gestão eficiente do gasto público”, disse o deputado ao Jornal Hoje.
A estimativa é que o aumento vai causar impacto em 1,5 milhão de empresas, com potencial de aumentar a carga tributária sobre a sociedade em R$ 50 bilhões.
O projeto sobre o novo PIS Cofins veio do Governo Dilma e está em análise para encaminhamento ao Congresso. “Precisamos de uma sinalização direta do novo Governo que não há essa ameaça e os empresários podem investir seguros”, afirmou o Dep. Laércio. Para ele, que preside a CDEICS, o ambiente é de esperança e o novo Governo precisa agregar todas as forças possíveis em torno de um projeto para reconstruir o país. O setor de Serviços representa mais de 60% do PIB brasileiro.
A proposta em discussão para a mudança do PIS/COFINS prevê o fim do regime cumulativo, que incide sobre todas as etapas da produção e tem alíquota total de 3,65%. As empresas passariam a pagar pelo regime não cumulativo, no qual a cobrança ocorre apenas uma vez, sobre o preço final. Hoje, a alíquota do sistema não cumulativo é bem mais alta, 9,25%, mas parte da diferença é compensada pela possibilidade de abater parte do imposto devido a gastos com insumos como energia e matéria-prima.
Entretanto, setores como o de serviços — que empregam muita gente — sofrerão com o salto da alíquota sem ter muito o que abater, já que seu principal gasto é com mão de obra, que não pode ser deduzida. O setor afirma que cerca de 60% de seus custos são com mão de obra. Por isso, a maioria das empresas de serviços opta hoje pelo regime cumulativo, enquanto as indústrias preferem o não cumulativo.
A Receita Federal sinalizou no final do ano passado a criação de um alíquota intermediária e outra reduzida, para evitar aumentos abruptos de tributação sobre os setores. Entretanto, não divulgou as alíquotas. Os setores, são contra a mudança, que torna mais complexa e burocrática a apuração dos tributos. O evento repercutiu nos principais telejornais.
Enviado pela assessoria


Não é novidade para os motoristas que rodam as estradas sergipanas que algumas delas carecem de manutenção. Muitas rodovias estaduais – entre elas as que cortam o agreste – estão com asfalto irregular e cheias de buracos, prejudicando aqueles que transitam por elas.
Em entrevista ao radialista George Magalhães, na 103 FM, na manhã dessa segunda-feira, dia 4, o deputado federal Fábio Mitidieri (PSD) denunciou que a Prefeitura de Aracaju perdeu cerca de 600 toneladas de feijão – o equivalente a R$ 7 milhões aproximadamente – que estavam sendo disponibilizados pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Fábio assegurou que viabilizou o feijão para os 75 municípios sergipanos, todavia apenas 23 requisitaram o alimento junto ao órgão federal.
Duas questões fundamentais para a retomada do crescimento econômico no Brasil foram temas de eventos nesta sexta-feira (1º) em Curitiba (PR), com exposições do deputado federal Laércio Oliveira: o novo Código Comercial brasileiro – que deve ser votado na próxima semana na Câmara -, e o Projeto de Lei do Trabalho Intermitente, uma alternativa legal às empresas e trabalhadores que demandam flexibilidade em suas relações, garantindo todos os direitos previstos na CLT.
O presidente do Diretório Estadual do PSDB de Sergipe, o ex-deputado estadual Zé Franco, avaliou com 100% de sucesso o encontro dos líderes do partido com os seus pré-candidatos a prefeitos e vereadores nas eleições 2016. O evento foi realizado na manhã do sábado, dia 2, no Hotel Real Classic, na Orla da Praia de Atalaia, com o objetivo de dar instruções e tirar dúvidas sobre o processo eleitoral.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2017 foi aprovada nesta quinta-feira, dia 30, última sessão do semestre legislativo, depois de muitos debates nas comissões temáticas e no Plenário, onde a proposta havia sido votada em primeira e segunda discussão. O principal ponto de discórdia do texto, que transferia os gastos com inativos para os Poderes, acabou sendo suprimido através de emenda. Agora a proposta será analisada com o governo. Após a votação, os parlamentares entraram em recesso e retomam as atividades em agosto. A LDO estima gastos de R$ 8,5 bilhões para o próximo ano.
O Projeto Mãos Que Ajudam, da Igreja de Jesus Cristo Do Santos Dos últimos Dias, que acontece, no próximo sábado, dia 2, em Aracaju, vai trabalhar no combate ao mosquito Aedes Aegypti, e para isso vão contar com 20 Agentes de Saúde da secretaria municipal. O Projeto acontece há 15 anos. O evento da Igreja trabalha com os poderes públicos, como Saúde e doação de sangue, reforma de praças e de escolas públicas se juntando com empresas privadas para ajudar, levando as pessoas para trabalharem com a mão de obra, por isso se chama “Mãos que Ajudam”, membros da igreja doam seu tempo e talento para ajudar a sociedade.
O senador Antonio Carlos Valadares (PSB) participou de uma audiência no Ministério da Saúde para tentar resolver a situação do Hospital de Simão Dias (UPA 24H – Pedro Valadares). A reunião contou, além do senador Valadares e assessoria, com três equipes do Ministério da Saúde (Secretaria de Atenção à Saúde, de Atenção Hospitalar e de Urgência e Emergência); com a secretária de Saúde do Estado de Sergipe, Conceição Mendonça; o assessor João Lima; o Secretário de Saúde de Simão Dias, Lourival; e o presidente do hospital, Pedro Henrique; dentre outros técnicos.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Cdeics) aprovou nesta terça-feira, dia 28, duas emendas ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017 (PLN 2/16) sobre implementação de Projetos de Cidades Digitais e de inclusão digital. Das 10 comissões que iriam se reunir para votar as emendas, apenas a Cdeics e a Comissão de Seguridade Social tiveram quórum para votar as emendas.