Deputado ratifica que JB está com Dilma e assegura o PT com Zezinho ou Edvaldo

Gualberto: repudiando interesses divergentes
As discussões internas no Partido dos Trabalhadores relativas à sucessão municipal em Aracaju prosseguem de forma intensa em todas as instâncias que cabem aos seus filiados. Nesta quinta-feira, dia 5, durante sessão na Assembleia Legislativa, o deputado Francisco Gualberto externou a posição do agrupamento PT Classista, liderado por ele em Sergipe. “Na política, como no futebol, todas as pessoas têm direito de emitir opiniões. E no PT todos nós temos o direito de nos expressar individualmente. Mas o que valerá será o conjunto do partido”, explicou Gualberto.
Segundo ele, essa discussão interna no PT terá somente dois caminhos: aliança com o PCdoB de Edvaldo Nogueira ou com o PMDB de Jackson Barreto, que consequentemente terá como candidato a prefeito o ex-secretário da Saúde Zezinho Sobral. “A nossa caminhada será por um desses caminhos. E possivelmente todos do PT estarão no mesmo sentido. Essa é a nossa expectativa”, disse Gualberto.
Mesmo sem externar posição, o deputado lembrou que alguns petistas não estão fazendo a análise correta sobre o comportamento do governador Jackson Barreto durante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. “A postura de Jackson contra o golpe foi clara. Ele se manifestou em todos os meios de comunicação contrário ao golpe em curso. Inclusive vi o deputado Luciano Bispo, que também é do PMDB, ir à imprensa dizer que era contrário ao impeachment de Dilma”, disse Gualberto, que é líder da bancada de governo na Alese.
Francisco Gualberto repudia interesses divergentes vindos de pessoas que convivem nas proximidades. “Muitas vezes a gente dorme com o inimigo e nem sabe”, aponta o petista. “Jackson está junto com PT. E manifestou-se contra o golpe em curso no Brasil do mesmo jeito que os petistas se manifestaram. Tenho consciência de que o papel que Jackson Barreto cumpriu, tendo sucesso ou não, mostra de que lado ele está”, afirmou Gualberto.
Nessa discussão sobre a sucessão municipal, provavelmente o Partido dos Trabalhadores apresentará o nome de Eliane Aquino, viúva de Marcelo Déda, para compor uma chapa majoritária com o PCdoB ou PMDB. “A discussão irá prosseguir com divergências ou não. Mas o que valerá será a decisão do conjunto do partido”.
Por Gilson Sousa




O deputado estadual Valmir Monteiro (PSC) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã dessa quarta-feira, dia 4, para repudiar os ataques preconceituosos proferidos por pessoas de outras regiões, em especial do Sudeste, contra Lagarto e o Estado de Sergipe, através de diversas redes sociais, por conta a decisão do juiz da Vara Criminal do município, Marcel Maia Montalvão, que essa semana determinou o bloqueio do aplicativo WhatsApp, por 72 horas, atendendo a um pedido da Polícia Federal, para pressionar a empresa a liberar informações sobre uma quadrilha de tráfico de drogas.
O deputado Laércio Oliveira (SD) é o novo presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados. Oliveira foi eleito nesta terça-feira dia 3. “Essa comissão tem toda a sintonia com o momento que vivemos hoje. Acredito que a comissão pode contribuir para o Brasil enfrentar a crise, ajudando a encontrar caminhos”, afirmou o deputado, acrescentando que uma das prioridades é fomentar o debate e dar enfoque ao setor de serviços, que representa 70% do PIB.

O deputado federal Laércio Oliveira (SD) lamentou que, por desinformação ou mesmo má fé, pessoas estejam ventilando inverdades sobre o Projeto de Lei 4522/16 de sua autoria. A matéria, explica o parlamentar, trata do período que antecede e o posterior à jornada de trabalho. E, ao contrário do que está sendo divulgado, beneficia o trabalhador com a manutenção das áreas de convivência.
A senadora licenciada Maria do Carmo Alves (DEM) está preocupada com o alto índice de desemprego em Sergipe e no Brasil. Ela contou que, diariamente, é abordada por pessoas que lhe pedem emprego. “Isso me causa grande dor, pois não tenho como ajudar neste aspecto. O que mais me choca é perceber que as pessoas querem trabalhar, produzir para o país, mas não tem mercado que as absorva”, disse Maria.