“Se eu identificar um auxiliar desonesto demito”, diz João. SSP apurará a denúncia

João Alves: confiando na equipe
Por Joedson Telles
Provocado pelo jornalista Marcos Couto, da Mix FM e do site Imprensa 1, o prefeito João Alves Filho (DEM) comentou o trecho de uma gravação que foi divulgado nas redes sociais, na noite da última quarta-feira 3, no qual ouve-se o vice-prefeito José Carlos Machado (PSDB), em tom de desabafo, denunciando que auxiliares do prefeito não estão preocupados em trabalhar, mas em roubar. Sentindo-se ofendido, João Alves disse que a frase foi extremamente infeliz e enfatizou que “coloca a mão no fogo” por todos os secretários da Prefeitura de Aracaju no tocante à honestidade e seriedade. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) abrirá um inquérito policial para apurar a denúncia. Segundo o delegado geral da Polícia Civil, Alexandro Vieira, o vice-prefeito José Carlos Machado será o primeiro a ser intimado.
“Uma coisa absurda que me chocou. Quando eu convido uma pessoa para compor o secretariado e um deles diz que é honesto digo que isso não vale porque honestidade não é virtude é obrigação. Eu sempre me comportei na vida com absolta integridade, honestidade. Se eu identificar um secretário meu, um auxiliar que seja desonesto demito por telefone. Foi uma agressão a mim de forma indireta. Você agrediu todos os meus secretários agrediu a mim. Então, se alguém diz que os meus secretários são desonestos, está agredindo a mim”, disse sem esconder a mágoa do vice-prefeito José Carlos Machado.
A parte retirada foi utilizada com má fé
“A frase, no contexto de diálogo mantido há alguns dias, decorreu de um desabafo com pessoa da minha suposta confiança, que me provocara. Constato que a gravação, adredemente planejada, objetivou com toda clareza me atingir no momento mais decisivo do processo de escolha de candidaturas às eleições de outubro. Para se compreender o sentido da conversa, seria necessário ouvir todo o seu conteúdo. A parte retirada foi utilizada, repito, com má fé na intenção de comprometer minha história política, e o trabalho do prefeito João Alves Filho. Finalizo, ratificando que os termos por mim utilizados decorreram de um momento de exacerbação que não se coaduna com meu estilo de fazer política, tampouco com minha trajetória de vida”, explicou Machado no dia de ontem através de uma nota.



No início da tarde desta quinta-feira, dia 4, o vice-prefeito de Aracaju, José Carlos Machado (PSDB), emitiu uma nota comentando o trecho de uma gravação que foi divulgado nas redes sociais, na noite da quarta-feira 3, envolvendo seu nome e deixou o mundo político de Sergipe atônito. Segundo a gravação, cujo autor é desconhecido até o momento, Machado comenta – não se sabe com quem – que a equipe do prefeito João Alves Filho (DEM) trabalha contra ele porque não quer trabalhar (pela comunidade), mas roubar. E, por sua vez, João Alves estaria “cagando” para a situação. Na nota, Machado diz que foi surpreendido com a divulgação do áudio. E salienta que houve uma má fé de quem gravou o diálogo, do qual pinçou e montou frase conforme seu interesse.
O deputado federal Laércio Oliveira (Solidariedade/SE) foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, um dos cabeças do Congresso Nacional, segundo o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Segundo a entidade, “os cabeças são aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades aqui descritas”, informa o DIAP.
Pela 10ª vez, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB) figura entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Valadares, líder do PSB no Senado, integra a lista como formulador, João Capiberibe como debatedor e Lídice da Mata como articuladora, mostrando a versatilidade da bancada socialista.
O atual momento político eleitoral de Aracaju foi a pauta escolhida pelo vereador Valdir Santos (PTdoB), na manhã desta quarta-feira, dia 3, ao usar a tribuna do Poder Legislativo, no Grande Expediente.
O vereador Manoel Marcos (PSDB) lamentou, nesta quarta-feira, dia 3, a falta de agenda do prefeito João Alves Filho (DEM) para discutir o tema eleições de Aracaju com os parlamentares que dão sustentação à sua gestão na Câmara Municipal de Aracaju. Ao lado dos também vereadores Jailton Santana e Adriano Taxista – ambos do PSDB – eles chegaram a conversar com o pré-candidato Valadares Filho (PSB), na última terça-feira 2, mas estão impedidos de definirem o apoio por conta de um acordo nacional entre o DEM e o PSDB.
Recentemente em plena crise econômica de ajuste fiscal para reequilibrar as contas públicas, foi sancionada pela então presidente Dilma Rousseff, a proposta que triplicou os recursos destinados ao Fundo Partidário, uma das principais fontes de receita dos partidos. O valor subiu de 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões. Para impedir que esses aumentos se repitam anualmente, o deputado federal Laércio Oliveira apresentou o PL 1340/15 que limita o valor do Fundo Partidário a nunca superior, em cada ano, ao que fora destinado no exercício anterior, salvo pela aplicação do ajuste financeiro referente à inflação. O projeto foi aprovado na Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, com elogio de vários parlamentares.
O deputado estadual Georgeo Passos (PTC) utilizou o grande expediente da sessão plenária desta terça-feira, dia 2, para pedir ao governador Jackson Barreto (PMDB) a convocação dos aprovados no último concurso da Polícia Militar do Estado de Sergipe, realizado em 2013.
A exemplo do senador Antônio Carlos Valadares (PSB), o senador Eduardo Amorim (PSC) não deixou sem resposta as provocações do governador Jackson Barreto (PMDB). O senador colocou em xeque a moral de Jackson Barreto para tecer comentários negativos envolvendo o seu agrupamento político e o classificou de “campeão de de processos por improbidade administrativa”.