“… Neste mundo, vocês terão aflições; contudo, tenham coragem! Eu venci o mundo” – João 16: 33 b (NVI).
Domingo, 25 de outubro. São 5h21. Sabe como, logo mais, votarei e esperarei o resultado do 2º turno da eleição para presidente da República? Não vejo melhor forma de externar isso do que tomando emprestadas as primeiras palavras de uma conhecida música interpretada pelo Grupo Elo: “Calmo, sereno e tranquilo, sinto descanso neste viver. Isto devo a um amigo, e só por ele pude obter”.
Esse amigo, esse irmão-pai, é Jesus Cristo, que na sua morte de cruz venceu a morte, o pecado, satanás, o mundo… Tudo que não tem respaldo na vontade soberana de Deus (registrada nas Escrituras) entra no combo daquilo que venha a ser os derrotados pelo único e suficiente redentor. Ou seja, não seria o resultado uma eleição que tiraria a paz do cristão.
Lula ou Flávio Bolsonaro? Quem for eleito, pode ter certeza: só terá vencido com o aval de Deus. “Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir” (Daniel 2:21, grifo nosso).
É claro que essa soberania divina não faz repousar sobre o eleitorado a chancela da negligência. Deus nos deu inteligência, discernimento, sensibilidade para que, em momentos como uma eleição, coloquemos em prática a reflexão.
Não é sábio, portanto, votar sem saber em quem está votando. E aqui entra a obviedade de analisar a vida pública dos candidatos. O grau de honestidade. Os serviços e desserviços. O olhar para os mais necessitados. As companhias. As propostas… A biografia precisa ser levada em conta.
Obviamente, antes de tudo, uma oração precisa ser feita para que o Espírito Santo oriente, e, assim, o voto seja em harmonia com o plano divino. Ou seja, Deus, e não o eleito, que pode ser destituído, está no controle. Não faltam exemplos de ex-presidentes em situações complicadas. Deus, como já dito, estabelece e destrona. O eleitor pode votar e permanecer “calmo, sereno e tranquilo”.
Modificado em 25/10/2026 05:48