Na tribuna do Legislativo, Meireles afirmou não vê problema na interpelação judicial, “considerando ser um direito legítimo de cada vereador, embora todos tenham a clareza da lisura na condução dos trabalhos neste Parlamento”. O vereador também disse ser preciso cautela, para que não se tire conclusões açodadas. “Nós sabemos qual a finalidade de certas posições, mas vamos esperar que a Justiça dê a resposta”, rebateu.
Em seu discurso, Meireles também refutou qualquer tentativa de suspeição quanto ao seu comportamento enquanto integrante titular, indicado pelo presidente da CMA, Nitinho, para a Comissão que apura supostas inconformidades nos contratos de limpeza pública da administração municipal. “A conduta ética que tem norteado meu mandato me dá a tranquilidade necessária para compor a comissão”, disse o parlamentar, reforçando seu compromisso em “contribuir com os trabalhos de forma independente e coerente com os meus valores morais”.
Fábio Meireles lembrou ainda que, quando do requerimento para abertura da CPI, solicitou o contrato emergencial à gestão municipal para esclarecer dúvidas, o que embasou o seu posicionamento posterior. “Viabilizei a tramitação do pedido, enquanto a minha equipe técnica, formada por profissionais com know-how nos campos do direito e da economia, fazia uma análise minuciosa sobre o objeto da CPI e, categoricamente, os meus assessores técnicos revelaram não haver qualquer ilicitude”, explicou ressaltando que “a juíza Christina Machado, da 18ª Vara Cível de Aracaju, deu parecer semelhante pela legalidade do contrato, confirmando aquilo que a minha assessoria já havia me garantido”.
Enviado pela assessoria
Modificado em 27/03/2018 19:46