O parlamentar fez questão de levantar essa discussão, devido o caso ocorrido na Colômbia no dia 21 de fevereiro deste ano, quando a Corte Constitucional votou pela aprovação da discriminilização do aborto até a vigésima quarta semana de gestação, ou seja, seis meses.
O aborto já era parcialmente legalizado desde 2006, quando uma decisão judicial passou a permitir a ação em casos de estupro, deformidade fetal ou se a saúde da mãe estivesse em risco, sem limite de tempo de gravidez para sua realização. Agora, a Colômbia se junta ao Uruguai, Guiana, Cuba, Argentina e México na lista de nações latino-americanas que flexibilizam o acesso à interrupção da gestação.
Para o Vereador Pastor Diego este é um fato absurdo e criminoso, que contraria a Declaração Universal dos Direitos Humanos, no qual o artigo 3 prevê resguarda à vida, além de todos os tratados internacionais que buscam preservar a vida. “Nós estamos diante de uma situação onde a liberdade não pode sobrepor o direito à vida. A vida existe desde a sua concepção. Estou aqui nesta Casa para sempre valorizar e defender a vida. Diga não ao aborto!”, defendeu o vereador.
Enviado pela assessoria
Modificado em 09/03/2022 19:57