A principal cobrança dos concursados é o cumprimento do certame vigente em detrimento da entrega de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais à iniciativa privada, uma vez que, a saúde pública estadual enfrenta severas críticas devido ao uso progressivo de vínculos precários e contratos vencidos.
“Os profissionais que hoje trabalham no Governo do Estado de Sergipe, na saúde pública, são profissionais da Fundação Hospitalar de Saúde num vínculo já vencido há mais de 15 anos, inclusive com situações de judicialização, de ação civil pública. E também os profissionais das organizações sociais, que estão sendo hoje o maior problema da saúde pública daqui do Estado, é a entrega de UPAs e hospitais às organizações sociais, onde as contratações são via CLT. E a gente entende que, se tem um concurso vigente, a gente quer a nossa convocação”, afirmou a porta-voz dos aprovados no concurso, Jeane Fábio.
Em resposta, Valmir de Francisquinho defendeu a valorização das categorias da enfermagem e assistência social, prometeu diálogo permanente e assegurou revisão dos contratos com OSs.
“Vocês enfermeiros, assistentes sociais, entre outros. Se Deus der a oportunidade e a gente conseguir ter a sorte de chegar ao Governo do Estado, nós vamos ter diálogo permanente, sentaremos e eu farei a convocação e vou rever a questão dessas OSs”, concluiu.
Por Ascom/Valmir de Francisquinho