“… pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor” – Salmos 5:7 (NAA).
O salmista, ainda acossado pelos inimigos (V. 8), mescla sofrimento e fé. Ele é pedagógico: qualquer pessoa que busque a santidade (separação para Deus) precisa da misericórdia do Criador.
Não há lugar para a arrogância; para “as minhas obras, os meus méritos, os meus feitos, as minhas virtudes”. Nunca faremos o bastante; o padrão exigido por Deus não é alcançado por esforços humanos.
Se queremos mesmo a vida eterna, se temos o desejo de algo muito maior e melhor do que quaisquer coisas pelas quais o mundo secular nos põe a sonhar, precisamos da misericórdia de Deus. Precisamos de Cristo Jesus. Precisamos do Espírito Santo agindo dentro de nós.
Uma vida eterna sem qualquer fagulho de sofrimento só é possível quando nos desligamos do mundo e nos reconectamos com Deus. Não fomos criados para viver de nenhuma outra maneira que não seja adorando a Deus na prática; como Ele ensina na Sua Palavra: “em espírito e em verdade”(João 4: 23).
Isso explica a demonstração de gratidão e amor do salmista, ao escrever “entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor”. Eis o maior gozo da alma de um cristão. Qualquer um que pense de forma diferente não está preparado para viver no céu, onde o maior prazer dos filhos estará sempre na gloria do Pai. “As primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21: 4).
Modificado em 07/12/2025 06:39