A senadora ressaltou que o projeto unifica o ICMS, ISS, IPI, PIS, Cofins, Pasep, Cide, IOF e Salário-educação. “Esse formato tem como modelo o imposto sobre valor agregado e já é adotado na Europa e no Canadá, por exemplo”, disse Maria do Carmo, observando que a taxação é recolhida no ato do pagamento, em conta vinculada da empresa junto à Receita Federal. Porém, observou a parlamentar, em seu bojo, a proposta não altera a atual carga tributária, “que é altíssima”.
Para Maria, deve-se discutir amplamente medidas que penalizem menos Estados e Municípios e, consequentemente, os brasileiros que trabalham cerca de cinco meses somente para pagar impostos e não têm o retorno desses recursos revertidos em serviços. “Os especialistas mostram que, de tudo o que se é consumido no Brasil, uma média de 33%, é imposto. É algo complicado e difícil de se administrar. É preciso rediscutir essas questões e tentar minimizar essa alta carga”, afirmou Maria, ao defender mecanismos de controle mais efetivos para por fim à sonegação de impostos, oferecendo condição de igualdade às empresas e acabando com a guerra fiscal.
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Modificado em 21/01/2019 19:27