A meteorologista da Semac, Wanda Tathyana de Castro, explica que isso se deve ao nível de umidade atmosférica aliado a elevadas temperaturas e destaca que é necessário atenção especial para as regiões do litoral e agreste do estado. “Uma frente fria associada a um ciclone extratropical sobre o oceano Atlântico Sul deve canalizar o fluxo de umidade nos baixos níveis da atmosfera tornando-a instável. Além disso, o aquecimento do oceano, que está apresentando temperatura acima da média. Durante o período do aviso, o acumulado total pode ultrapassar 100 mm.”, detalha Wanda.
Riscos Associados
A ocorrência de chuvas pode gerar acumulados expressivos em Sergipe, apresentando riscos em rodovias, com alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de pequenos córregos e riachos. Também há risco de transbordamento dos principais rios e lagoas da região.
A Gerência de Meteorologia e Mudanças Climáticas da Semac segue monitorando as condições climáticas para novas atualizações.
Enviado pelo Governo de Sergipe