Apesar do rompimento ter ocorrido em Lagarto, o município não registrou desabastecimento, já que a adutora abastece exclusivamente o território simãodiense. De acordo com o diretor-geral da Defesa Civil de Lagarto, tenente-coronel Sílvio Prado, que acompanhou a inspeção, a atuação célere da gestão municipal foi fundamental para evitar possíveis incidentes. “Desde que tomamos conhecimento, nossas equipes vêm trabalhando incansavelmente para isolar toda a área. A Secretaria de Obras e o DTTU atuaram imediatamente para informar a população e impedir que veículos trafegassem pelo local, evitando que alguém fosse surpreendido pela cratera. Isso nos possibilitou garantir a segurança da população de Lagarto e daqueles que frequentam o campus da UFS no município”, afirmou.
As primeiras análises técnicas apontam que o rompimento foi ocasionado por um vazamento de água, que infiltrou o solo e alcançou a rede de drenagem pluvial, arrastando o material de sustentação e provocando erosão interna até o colapso da pista. Embora o rompimento tenha ocorrido dentro do território lagartense, a cidade não foi afetada com a interrupção do abastecimento. Já o município de Simão Dias sofre intermitência durante o período de reparo, com previsão de retorno gradual da água, conforme informou a Iguá Sergipe.
A Defesa Civil de Lagarto segue monitorando toda a área e acompanhando a intervenção da empresa responsável pelo reparo. “Seguiremos monitorando ao longo de todo o dia. Assim que a empresa concluir o reparo, realizaremos nova avaliação de risco e a via será liberada quando estiver completamente segura para a população”, reforçou Silvio Prado.
Até que os serviços sejam concluídos, a Prefeitura de Lagarto orienta que os motoristas utilizem rotas alternativas até a conclusão dos trabalhos.
Foto: Augusto Oliveira / Segab PML