O objetivo é proteger toda a comunidade escolar e garantir os cuidados necessários para evitar o contágio pelo vírus, como explica a secretária da Educação, Cecília Leite. “Todas as medidas de segurança estão sendo adotadas. Nós elaboramos um novo protocolo para as escolas, organizamos os espaços para garantir o distanciamento, elaboramos uma série de materiais lúdicos para explicar a situação às crianças, e estamos fazendo cursos de capacitação para todos os servidores”, pontua a gestora.
Com esses investimentos, as escolas adquiriram dispensadores para álcool, sabonete líquido e papel toalha, pulverizadores spray, termômetros digitais infravermelho, lavadoras de alta pressão, fitas para demarcação, tapetes sanitizantes, hipoclorito de sódio, álcool, máscaras, luvas, totem pia personalizado, entre outros.
Além disso, serão distribuídos para os alunos cerca de 140 mil Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscaras, protetores faciais, porta-máscaras, garrafas de água de uso individual, entre outros.
Entre as ações estão também os processos de desinfecção das unidades de ensino, com o uso do hipoclorito de sódio e sabão geléia em todas as salas, pátios, áreas comuns e espaços externos das unidades, para remoção do vírus.
Para garantir que o todo o processo está sendo executado da maneira correta, a Vigilância Sanitária Municipal, ligada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS), tem fiscalizado, a partir de um um cronograma, as unidades de ensino da rede.
“Estamos concluindo a fase de visita às escolas. Elas têm sido realizadas em todas as unidades junto com a Vigilância Sanitária, observando as estruturas de medidas de biossegurança, como as instalações de totens com álcool em gel”, ressalta a secretária Cecília.
Todas as medidas estão sendo tomadas para que o retorno presencial seja seguro. Ainda assim, o retorno pode ocorrer de maneira gradual. Caso o aluno opte por não retornar presencialmente para a sala de aula, pode permanecer estudando em casa, por meio das aulas virtuais, em um sistema híbrido.
O esforço feito pela administração municipal contribui para que Aracaju seja a segunda capital do Nordeste e a sexta do país, que mais se adequa às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo levantamento realizado por pesquisadores ligados à Rede de Pesquisa Solidária.
Modificado em 05/08/2021 17:16