“… encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se, e diziam: ‘Ah, se tivéssemos carne para comer! Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos porós, das cebolas e dos alhos. Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná!” – Números 11:4-6 (NVI).
Os hebreus caminhavam livres no deserto, após 430 anos de escravidão no Egito. O Senhor concedeu a liberdade pela graça. Sabendo das reais necessidades do Seu povo, Deus providenciou um maná. Todavia, a murmuração dos ex-escravos solapou o momento que deveria ser de muita gratidão ao Provedor.
Não parece lúcido, por conta de um cardápio, os hebreus “esquecerem” tão rapidamente o regime cruel imposto pelo faraó. Aliás, quando eles externam que comiam peixes “de graça”, óbvio, que, ingênuos, não atrelam isso ao duro trabalho.
Não parece lúcido também o fato de os hebreus não discernirem que Deus tem sempre o melhor plano. Ele pode não deixar evidente, mas sempre age da forma mais inteligente; e não tolera rebeldia.
“Aconteceu que o povo começou a queixar-se das suas dificuldades aos ouvidos do Senhor. Quando Ele os ouviu, a sua ira acendeu-se e fogo da parte do Senhor queimou entre eles e consumiu algumas extremidades do acampamento” (v. 1). “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11: 6).
Assim como seria, mais tarde, com Cristo Jesus, a vida de sacrifícios no deserto não duraria para sempre. Aliás, Cristo não tinha pecados e nem maná.
Logo, discernimos que murmurar é pecado. É querer atropelar a Palavra de Deus, que deixa claro que nada acontece contra a vontade do Criador.
Murmurar é não confiar em Deus. É diferente de, pela fé, apresentar um pedido a Deus, através de uma oração, e respeitar e aceitar a Sus decisão. É querer ocupar o lugar de Deus, decidindo o que deve ou não acontecer. Não é atitude cristã.
Modificado em 01/02/2026 07:07