A iniciativa se configura como um espaço estratégico de articulação entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais. Durante os três dias de programação, estudantes, professores e pesquisadores, especialmente das áreas de Biologia, Geografia, Engenharia de Pesca e Ciências Sociais, terão a oportunidade de dialogar diretamente com lideranças quilombolas, comunidades ribeirinhas e representantes do Ministério Público Federal.
O Fórum terá um formato híbrido, unindo atividades teóricas e práticas. A programação inclui painéis temáticos sobre justiça socioambiental e minicursos voltados à recuperação técnica de manguezais, que serão conduzidos pela equipe do Projeto UÇÁ, do Rio de Janeiro.
Um dos momentos mais aguardados é o Painel 3, programado para o dia 28, que marcará o encontro central entre cientistas e lideranças tradicionais. Já o encerramento contará com uma assembleia geral, que terá como objetivo definir propostas e encaminhamentos concretos voltados à preservação desses ecossistemas, que são fundamentais para o equilíbrio ambiental e para a economia da pesca artesanal em Sergipe.
A mediação das atividades terá a participação de docentes da UFS, a exemplo da professora Maria Augusta Mundim Vargas, que também atua na Coordenação Geral do Projeto Pescando Saberes. O apoio ao evento reforça o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento aplicado ao desenvolvimento sustentável e ao fortalecimento das comunidades do estado.
Por assessoria