O levantamento nacional avalia indicadores como saúde, educação, moradia, segurança e acesso a serviços básicos. Na avaliação de Edvaldo, a queda reflete problemas administrativos e impacta diretamente a vida da população.
“Na minha gestão, em 2024, Aracaju era a capital com a melhor qualidade de vida do Nordeste. Mas há dois anos ela perdeu esse título, caindo para a terceira posição e não saiu mais dela. Isso mostra como os aracajuanos estão sendo tratados”, afirmou.
Em 2024, Aracaju ocupava a 1ª posição entre as capitais do Nordeste no ranking de qualidade de vida e aparecia em 10º lugar no cenário nacional. Desde 2025, porém, a capital sergipana caiu para a 3ª colocação regional e este ano se mantém na posição, além de passar a ocupar o 14º lugar entre as capitais brasileiras.
Edvaldo destacou que os indicadores de qualidade de vida são resultado direto da capacidade de gestão e do planejamento da administração pública. Para ele, a perda da liderança regional acende um alerta sobre os rumos da capital sergipana.
“Os aracajuanos precisam de mais cuidado e atenção. E eu realmente espero que isso possa melhorar. Uma coisa é certa, com esse resultado não há o que se comemorar”, completou.
O levantamento do IPS considera diversos indicadores sociais e ambientais para medir o bem-estar da população brasileira e é utilizado como referência nacional sobre qualidade de vida nas cidades.
Enviado pela assessoria/Foto: Ana Lícia Menezes