“Essa é, lamentavelmente, mais uma conduta que tenta confundir a opinião pública na reta final de um período eleitoral. Em 2017, foi aberto um procedimento interno na Petrobras eivado de perseguição política. Alguns executivos da empresa, em todo o Brasil, receberam esse tipo de procedimento na época do governo Temer, perseguindo quem tinha vinculação política. A punição que foi colocada à minha pessoa está sendo discutida na esfera da Justiça do Trabalho. Este assunto já sofreu apuração no Ministério Público de Sergipe e foi devidamente arquivado, comprovando que não havia dolo. É esse documento que apresento à Justiça do Trabalho no referido processo”, detalhou Luiz.
O candidato relembrou um período em que diversas perseguições foram impostas à cidadãos como ele, que sempre atuou de forma efetiva na defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores e na construção de projetos políticos que alavancaram o desenvolvimento do estado.
“Ficou evidente que se tratava de uma perseguição política, que está sendo devidamente tratada na esfera trabalhista. A tentativa de juntar fatos distintos, num cenário de disputa eleitoral, tem o claro objetivo de macular a minha imagem. Isso ocorre porque comecei a subir nas pesquisas nessa reta final, prenunciando minha participação no segundo turno. Aracaju me conhece. Vamos continuar mostrando o nosso trabalho e nossas propostas que são as mais efetivas para que Aracaju continue avançando”, concluiu Luiz Roberto.
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