Ideia é atender população negra, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e juventude
Um dos eixos do plano de governo de Luiz é justamente criar a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, para assegurar, por exemplo, o cumprimento das normativas (NBRs) de acessibilidade, como: incentivo à adoção de cardápio em braille, capacitação para trabalhadores dos serviços com atendimento inclusivos (LIBRAS); construir um Centro de Referência para Atendimento Especializado exclusivo para pacientes neurodivergentes; capacitar as equipes da Saúde, Assistência Social, Guarda Municipal e Escolas para lidar de forma adequada e humanizada no atendimento e/ou manejo de pacientes neurodivergentes.
“Uma das minhas propostas é implantar programas de promoção, proteção, prevenção e reparação dos direitos humanos, que terão como ponto de partida a humanização, emancipação, transformação social e incremento da ação política dos sujeitos coletivos, tudo isso para construir uma realidade mais livre, igualitária e fraternas para as comunidades aracajuanas”, afirma Luiz Roberto.
Outro projeto de Luiz Roberto e do seu candidato a vice-prefeito, Fabiano Oliveira, é criar o Conselho Municipal LGBTQIAPN+ e elaborar o Plano Municipal de Políticas Públicas dessa comunidade, além de intensificar o programa de formação e capacitação profissional, instituir um observatório para monitoramento da violência, ampliar o premiado trabalho para reconhecimento da identidade de gênero para pessoas Trans, entre outros. Além disso, a nova secretaria vai abrigar a Diretoria da Juventude, que hoje faz parte da Secretaria Municipal da Juventude e do Esporte. A ideia é focar em políticas públicas para os jovens aracajuanos.
“Ao elaborar o plano de governo, pensamos em projetos que atendam a todos, e é isso que vamos fazer: governar para todos os aracajuanos e aracajuanas, transformar a realidade dessas comunidades e levar mais qualidade de vida. Temos projeto para as comunidades tradicionais de religiões de matrizes africanas, desenvolver mais empregos para mulheres negras em situação de vulnerabilidade e muito mais”, detalha Luiz.