Na manhã desta sexta-feira, dia 15 de maio, fui surpreendido com a vinculação do meu nome a uma suposta irregularidade em uma concessão de um estabelecimento comercial instalado em espaço público. Vinculação esta que foi feita em uma emissora de rádio sem denúncia formal, sem nenhuma comprovação ou materialização de prova, sem nenhum processo judicial instaurado, sem lastro.
Segundo o radialista, meu nome surgiu de uma “insinuação” verbal fruto de uma conversa informal com alguém “do meu agrupamento”. Portanto, não é uma notícia. É um disse-me-disse, uma fofoca, divulgada sem a devida checagem prévia ou cuidado protocolar. Não fui consultado antes do meu nome ser citado, mas tive a oportunidade de, no ar, no mesmo programa, me posicionar sobre as insinuações.
Quero deixar registrado formalmente por aqui, para os que me seguem, tudo aquilo que falei no ar: Se as insinuações maldosas de que o estabelecimento é meu ou de algum familiar meu, ou que eu atuei nesta concessão se confirmarem, eu entrego o meu mandato imediatamente. Tenho a minha consciência tranquila e em paz. Arrasto para a minha vida pública um dos meus maiores patrimônios: a minha reputação. Portanto, agora quem quer que investigue, sou eu. Vou até o fim.
Já estávamos cientes de que ao longo do período eleitoral, muitas narrativas e ataques se levantariam, principalmente contra aqueles que não se dobram ao sistema. Acabou de acontecer com Flávio Bolsonaro e agora aconteceu comigo. Acionei a nossa assessoria jurídica para colaborar e acompanhar de perto o desenrolar deste assunto, para entregar à população de Aracaju a transparência necessária e darmos os verdadeiros nomes aos bois. Fake News aqui não se cria.
Lúcio Flávio é vereador de Aracaju