Adalberto Moura não fez parte apenas da história do banco, mas também da vida do senador sergipano. O servidor público, falecido em 2020, era sogro de Laércio e “mestre maior”, como era chamado pelo senador Progressistas.
“Uma de suas exigências para assumir o posto, como ele mesmo contava, é uma aula do que é servir o público, privilegiando a sociedade sergipana, através do seu caráter, sua ética e retidão”, contou Laércio.
Laércio fez questão de destacar, para os senadores e senadoras, como Adalberto Moura foi convocado pelo governador à época, Seixas Doria, para assumir o Banese, que até sua chegada, só existia em nome – Banco do Estado de Sergipe.
“Ao chegar, o que o Sr. Adalberto disse? Que – não admitiria nenhuma ingerência política dentro do banco a não ser a política do desenvolvimento – E foi essa frase, para a surpresa de Adalberto, que fez com que Seixas Dória o requisitasse e entregasse a ele a missão de implantar, instalar o banco. Algumas pessoas questionaram o governador sobre tal exigência. E qual foi a resposta de Seixas Dória? – É por isso que quero ele –”
Outra história narrada pelo senador, durante sessão do Senado, conta que outra exigência do Sr. Adalberto para conduzir aquela missão foi: realização de concurso público para contratar. “Uma prática que ele adotou para o Banese e que segue até hoje,” enfatizou.
O senador celebrou o legado deixado por seu sogro. “E, assim, de uma sala na galeria do antigo Hotel Palace, com apenas 6 funcionários, o Banese virou uma potência regional, presente nos 75 municípios sergipanos, com 63 agências, e quase 5 mil funcionários. Em seis décadas, se mantém uma referência em saúde financeira e modelo de desenvolvimento do povo sergipano, das pequenas e médias empresas, realizando sonhos e apoiando o cidadão e empreendedor nordestino.”.
Emocionado, Laercio Oliveira encerrou um discurso sobre uma história que mudou a vida de milhares de sergipanos. “Quero parabenizar, os conselheiros, o presidente Marco Antônio Queiroz e à grande família Banese. E reconhecer, com honra, o legado desse homem maravilhoso, Sr. Adalberto, a quem eu chamava de mestre maior; meu sogro.”
Enviado pela assessoria do senador