No auditório da Seasic, Érica agradeceu aos conselheiros, às equipes e a todos que trabalham pela igualdade racial nos municípios. “A gente sabe que os desafios não são simples, não são fáceis, não são rápidos”, disse. Ao fim da fala, pediu que os representantes das cidades presentes se levantassem e viessem para perto dela. Queria saber quem havia conseguido chegar ao encontro, que reuniu 13 municípios.
A secretária comemorou a passagem de 4 para 18 conselhos municipais. O ideal é que os 75 municípios de Sergipe tenham um colegiado onde a população possa apresentar suas demandas e acompanhar as respostas da gestão. Para Érica, o valor dessa expansão está na proximidade com quem vive as situações que chegam ao poder público.
“O conselho municipal está na vivência com as pessoas, a comunidade, ali no município”, afirmou. A secretária defendeu que o Conselho Estadual mantenha contato com os colegiados locais, visite os territórios e ajude as equipes a encaminhar as demandas. A proposta considera que cada município tem sua forma de trabalhar e pode precisar de apoio em etapas diferentes.
Érica também pediu que as áreas da Seasic e os conselhos estaduais e municipais comecem desde já a preparar as ações de 2027. A ideia é organizar a programação a partir de janeiro e manter atividades e acompanhamento ao longo do ano.
Ao falar sobre o respeito à cultura e à liberdade religiosa, Érica relacionou esse planejamento à vida das pessoas atendidas pelos serviços públicos. “Ninguém pode ser julgado pela sua religião, pelas suas escolhas”, afirmou.