Uma das principais medidas do projeto é permitir a redução de até 25% da jornada de trabalho, sem redução salarial, por até 12 meses, com possibilidade de renovação. A proposta também permite ajustar os horários de entrada e saída, reorganizar turnos e escalas e, quando a atividade permitir, trabalhar de forma remota ou híbrida. O texto prevê ainda até cinco dias de afastamento remunerado por ano para acompanhar procedimentos indispensáveis ao dependente.
A proposta busca facilitar uma situação que faz parte da realidade dessas famílias: estar presente quando o filho ou familiar precisa, sem deixar de trabalhar e garantir o sustento de casa. Na prática, uma consulta, uma terapia ou um tratamento pode exigir que o responsável deixe o trabalho por algumas horas ou reorganize toda a sua agenda. A ideia do projeto é criar alternativas para que esses momentos possam ser conciliados com a vida profissional.
“Eu acredito que quem cuida também precisa ser cuidado. Essas famílias já enfrentam uma rotina de muita dedicação, e o poder público precisa ajudar a tornar essa caminhada mais possível. Estamos propondo uma solução para que pais e mães possam continuar trabalhando, garantindo o sustento de suas famílias, mas também tenham tempo para estar ao lado de quem precisa deles. É por essas famílias que estou trabalhando e é por elas que vamos continuar fazendo mais”, afirma Gustinho.
Por assessoria