O líder começou contando que a audiência que aconteceu sob a presidência do juíz federal Edmilson Pimenta, foi para o cumprimento à decisão do STF com o objetivo de que aquela área passasse a pertencer a São Cristóvão e não mais Aracaju.
Na sequência, ele opinou sobre o que poderia ter sido feito neste caso. “O município de Aracaju podia ter solicitado uma dilação de prazo, já que existia a possibilidade de ser feito o plebiscito nas eleições agora de outubro. Não faria sentido transferir aquele território pra São Cristóvão, pra menos de três meses depois ter um plebiscito, que se vencesse a devolução pra Aracaju, todo o processo feito num sentido teria que ser refeito pra retorno da área”, explicou na tribuna.
Ainda segundo o parlamentar, a medida deixou cerca de 10 mil moradores em uma situação de insegurança sobre o pertencimento territorial e os serviços públicos. “Não existe solução mágica. A única solução real, jurídica e possível é o plebiscito. E é o plebiscito que tem que ser realizado”, defendeu.
O vereador questionou ainda o futuro de obras de infraestrutura previstas ou em andamento na região, citando a macrodrenagem, que envolve cerca de R$ 300 milhões em recursos e até reforma da Orlinha do Pôr do Sol. “E eu pergunto: nesse ato insensato da prefeita Emília Corrêa, como fica a obra da macrodrenagem agora?”, indagou.
Como sugestão, Elber defendeu que a Câmara, a Assembleia Legislativa, o TRE e demais órgãos envolvidos busquem viabilizar o plebiscito imediatamente para evitar mais danos para os moradores.
Texto e foto enviados pela assessoria/Foto: Luanna Pinheiro