A Capag é calculada com base em três indicadores centrais da gestão fiscal, sendo eles endividamento, poupança corrente e liquidez. Neste sentido, a nota C indica que o Tesouro Nacional identificou fragilidade em, pelo menos, um desses critérios, comprometendo a capacidade do município de honrar compromissos financeiros e de acessar novos financiamentos com garantia da União.
“Foram oito anos de muito trabalho para recolocar Aracaju na situação de credibilidade fiscal que ela já havia tido. Ajustamos as contas públicas, organizamos o planejamento financeiro e estruturamos a gestão para que a cidade pudesse acessar financiamentos históricos e executar obras que transformam a vida das pessoas. Ver a capital voltar à nota C é muito preocupante, porque é um resultado que reflete diretamente na capacidade de investimento e no ritmo de desenvolvimento que deixamos na cidade em dezembro de 2024”, destacou Edvaldo.
Edvaldo observa que, de acordo com dados técnicos referentes ao exercício de 2025, a classificação decorre, principalmente, do déficit nos recursos não vinculados, aqueles utilizados para o custeio da máquina pública, pagamento de fornecedores, manutenção da cidade e contrapartidas de obras. O município encerrou o período com disponibilidade negativa de caixa nesses recursos, caracterizando um cenário de estresse de liquidez estrutural.
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