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Educação de Aracaju e MPE debatem propostas para mais matrículas e atendimento à Educação Especial

A secretária da Educação de Aracaju, Edna Amorim, se reuniu, na manhã desta terça-feira, dia 22, no Ministério Público do Estado de Sergipe (MPE/SE), com a promotora de Justiça, Dra. Verônica Lazar, da 6ª Promotoria dos Direitos do Cidadão Especializada nos Direitos da Educação.

Durante o encontro, foram debatidos os desafios e demandas que chegam ao Ministério Público e à Secretaria da Educação sobre as matrículas dos alunos e o Atendimento Educacional Especializado (AEE) em Aracaju.

A secretária Edna Amorim falou sobre o investimento que tem sido feito na Educação Especial na nova gestão, com a contratação de 160 cuidadores e 50 mediadores, mesmo sem contar, até o momento, com nenhum recurso do Governo Federal para essa modalidade de ensino. No entanto, está havendo diálogo para a obtenção de recursos, por meio do Ministério da Educação (MEC).

Sobre as matrículas, para conter o déficit de vagas, Edna Amorim destacou o empenho para finalizar as 11 obras deixadas pela gestão anterior, sendo nove reformas e duas construções de escolas, e informou que novas obras serão realizadas com a ajuda do Governo de Sergipe e do Governo Federal.

“Essa visita ao Ministério Público foi provocada pela própria Secretaria da Educação, para alinhar algumas questões que estão chegando, e também para pedir a ajuda da Dra. Verônica, que nos recebeu muito bem. Esperamos que essas demandas sejam sanadas”, afirmou Edna Amorim.

A promotora, Dra. Verônica Lazar, definiu a reunião como muito proveitosa, pois discutiu temas importantes que norteiam a Educação Municipal e o Ministério Público, abrangendo as creches e a Educação Especial.

“A secretária está bem empenhada e sensível em resolver as questões. Existem escolas reformadas e outras que estão sendo construídas para aumentar o número de vagas. Por isso, é importante esse diálogo entre a Promotoria da Educação e a Secretaria da Educação, buscando mais resolutividade no atendimento às inúmeras demandas que chegam tanto à Secretaria quanto ao Ministério Público. Esse diálogo tem que ser permanente, pois estamos incluídos no mesmo propósito, que é garantir vaga na escola, atendimento às pessoas com deficiência e uma educação de qualidade”, disse a promotora.

 

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