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Defesa de prisão perpétua para feminicidas é principal bandeira de André Moura ao Senado

A caminhada rumo ao Senado traçada pelo candidato André Moura (Federação União Progressista / 444), ao lado do líder da chapa majoritária “Sergipe cresce com você”, o governador Fábio Mitidieri (PSD / 55), perpassa pelo combate à violência de gênero, pelo fortalecimento de políticas públicas em favor das mulheres e se projeta na intenção de instigar na Casa Alta do Congresso Nacional o discurso de reformulação da Constituição Federal para garantir penas mais duras para feminicidas.

André se posiciona como protagonista no combate à impunidade, dados os índices alarmantes de casos de feminicídio registrados em 2025, no Brasil – 1.571 vítimas, alta de 4% em relação ao ano anterior, segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em Sergipe, o Poder Judiciário registrou 4.553 medidas protetivas concedidas a mulheres vítimas de violência entre janeiro e 31 de julho, conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública.

“A legislação que permite ao agressor retomar o convívio social também precisa ser atualizada. A discussão que pretendo levar ao Senado é a instituição da prisão perpétua para casos de feminicídio, além da adoção obrigatória do monitoramento eletrônico e o fim da progressão de pena”, afirmou André, que também é presidente da Federação União Progressista em Sergipe.

Segundo André, a reafirmação desse eixo de campanha também se consolida com base nos levantamentos feitos na capital sergipana, onde o tema voltou a ganhar repercussão nesta segunda-feira (17), após o Tribunal do Júri de Aracaju condenar Paulo Henrique dos Santos a 13 anos e nove meses de prisão pelo assassinato de Andrielly de Jesus Oliveira, 23, morta a tiros em maio de 2023, no bairro Olaria. “Andrielly não pode ser apenas um dado estatístico. É uma mãe, uma filha e parte de uma família que foi desestruturada”, disse.

Ao lado de Fábio, André também prevê sua futura atuação no Senado como uma oportunidade ímpar para lutar pelo direito das mulheres em outras esferas – pela equidade salarial entre homens e mulheres, pelo cuidado com a saúde mental das mães atípicas e pela prioridade ao suporte financeiro às famílias atingidas por crimes violentos.

Por assessoria

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