“Para alguns, pode até aparentar ser uma propositura simples, mas só quem têm pessoas em seu convívio com autismo, sabe o quanto essa implementação gerará impacto social, sobretudo, no que diz respeito à acessibilidade. Muito vezes, a pessoa autista é desrespeitada ou sofre algum tipo de humilhação, porque ainda há aqueles que associam o TEA à aparência”, justificou a autora do projeto. “Aproveito para agradecer aos demais colegas por terem confirmado esta relevância”, acrescentou Emília.
A vereadora ainda ressaltou, que, tal medida também contribuirá para a conscientização da população. “É fundamental que saibamos conviver com as diferenças. Seja ela qual for. Certamente, esses assentos irão fomentar a conscientização sobre o autismo da população. Aliás, considero esta consciência como o primeiro passo para construirmos uma sociedade mais compreensiva e acolhedora para os autistas e seus cuidadores”, pontuou.
O PL ainda segue para a sanção do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT).