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9 milhões de empresas endividadas no Brasil: André David defende pacote de emergência

O Brasil atingiu a marca histórica de 9 milhões de empresas com contas em atraso, segundo dados da Serasa Experian. O montante das dívidas soma R$ 220,9 bilhões, concentrado nas micro e pequenas empresas, que respondem por 8,5 milhões desses CNPJs endividados. Diante de um cenário de juros elevados a 14,25% ao ano, que estrangulam o capital de giro, o pré-candidato ao Senado e delegado André David defende um conjunto de propostas legislativas voltadas para socorrer os pequenos negócios e evitar a falência em massa de empreendedores em Sergipe e no Brasil.

Para ele, a crise financeira dos pequenos empresários exige uma intervenção direta do Congresso Nacional, uma vez que as regras atuais de crédito e tributação sufocam a sobrevivência do setor de serviços e do comércio, os maiores empregadores do país.

“A conta não pode fechar no pescoço de quem trabalha e gera empregos. O pequeno empresário não fica inadimplente porque quer, ele é sufocado por uma taxa de juros abusiva e por um sistema que cobra o imposto antes mesmo da mercadoria ou do serviço ser pago. O Senado não pode assistir a isso de braços cruzados. Precisamos de coragem para mudar as regras do jogo no Congresso Nacional e estender a mão a quem produz”, destacou.

Pacote nacional

Para reverter esse cenário, a proposta do pré-candidato combina a criação do Refis do pequeno empreendedor, para renegociar débitos com descontos em juros e multas, com a ampliação do fundo garantidor, facilitando o acesso ao capital de giro sem exigências abusivas de garantia.

O plano também prevê a suspensão temporária da exclusão de empresas negativadas do Simples Nacional em momentos de crise e o adiamento do pagamento de impostos para quem estiver com faturas atrasadas, impedindo que um descompasso pontual de caixa leve à falência do negócio.

Defesa do emprego e da economia

Ao conectar os dados nacionais à realidade do estado de Sergipe, André David reforça que apoiar o pequeno empresário é uma medida de segurança socioeconômica, essencial para manter empregos e a renda das famílias sergipanas.

“Quando uma pequena empresa fecha as portas em Sergipe, não é apenas um CNPJ negativado na Serasa, são famílias que perdem o sustento e empregados que vão para o olho da rua. O que proponho no Congresso é garantir que a fatura atrasada de hoje não vire o encerramento do negócio amanhã. O Estado precisa ser um facilitador do desenvolvimento, e não um agente punitivo de quem tenta empreender no Brasil”, conclui o pré-candidato ao Senado.

Texto e foto enviados pela assessoria

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