Para ele, a crise financeira dos pequenos empresários exige uma intervenção direta do Congresso Nacional, uma vez que as regras atuais de crédito e tributação sufocam a sobrevivência do setor de serviços e do comércio, os maiores empregadores do país.
“A conta não pode fechar no pescoço de quem trabalha e gera empregos. O pequeno empresário não fica inadimplente porque quer, ele é sufocado por uma taxa de juros abusiva e por um sistema que cobra o imposto antes mesmo da mercadoria ou do serviço ser pago. O Senado não pode assistir a isso de braços cruzados. Precisamos de coragem para mudar as regras do jogo no Congresso Nacional e estender a mão a quem produz”, destacou.
Pacote nacional
Para reverter esse cenário, a proposta do pré-candidato combina a criação do Refis do pequeno empreendedor, para renegociar débitos com descontos em juros e multas, com a ampliação do fundo garantidor, facilitando o acesso ao capital de giro sem exigências abusivas de garantia.
O plano também prevê a suspensão temporária da exclusão de empresas negativadas do Simples Nacional em momentos de crise e o adiamento do pagamento de impostos para quem estiver com faturas atrasadas, impedindo que um descompasso pontual de caixa leve à falência do negócio.
Defesa do emprego e da economia
Ao conectar os dados nacionais à realidade do estado de Sergipe, André David reforça que apoiar o pequeno empresário é uma medida de segurança socioeconômica, essencial para manter empregos e a renda das famílias sergipanas.
“Quando uma pequena empresa fecha as portas em Sergipe, não é apenas um CNPJ negativado na Serasa, são famílias que perdem o sustento e empregados que vão para o olho da rua. O que proponho no Congresso é garantir que a fatura atrasada de hoje não vire o encerramento do negócio amanhã. O Estado precisa ser um facilitador do desenvolvimento, e não um agente punitivo de quem tenta empreender no Brasil”, conclui o pré-candidato ao Senado.
Texto e foto enviados pela assessoria