“… os ímpios não resistirão no julgamento…” – Salmos 1:5 (NVI).
É oportuno enfatizar que, no mesmo salmo, lê-se que, ao contrário do ímpio, o piedoso tem prazer na lei do Senhor – e nesta medita dia e noite.
A referência é feita aos judeus cujo foco estava no pentateuco, na época. Vale, entretanto, também para os crentes dos dias atuais; os quais devem ter gozo em toda a Escritura.
Não fosse a cegueira espiritual que o satanás impõe a todos que estão afastados de Deus (2 Coríntios 4:4), a percepção da realidade causaria pavor. “O homem de bem alcança o favor do Senhor, mas ao homem de perversos desígnios, ele o condena” – Provérbios 12: 2 (ARA).
Ninguém quer ser condenado; e a crença que Deus não permite este interminável sofrimento a um filho Seu alimenta o juízo.
Em certo sentido, quem pensa assim tem razão. Um filho de Deus jamais será condenado.
Entretanto, muitos que se agarram a este pressuposto desconhecem – ou não dão valor – a verdade absoluta: só pela obra vicária de Cristo na cruz nos tornamos filhos de Deus por adoção. “Quem crer em Jesus Cristo e for batizado será salvo, mas quem não crer nele será condenado” (Marcos 16:16, ênfase acrescentada).
Não crer no único salvador (e viver de acordo com o seu senhorio) exclui quaisquer chances de ser filho de Deus. O rebelde, aquele que opta por descartar as Escrituras e “criar” a própria regra de vida, não será salvo.
Ninguém consegue ser discípulo de Jesus sem demonstrar isso através do sincero arrependimento e da prática das boas obras, que não salvam, mas espelham obediência e gratidão ao salvador.
Modificado em 02/06/2024 08:46